Admin On domingo, 16 de agosto de 2026 0 Comments

Gênero: Aventura
Ano: 1994
Fabricante: Hudson Soft
Super Bonk chegou para o SNES após três títulos da série no TurboGrafx-16 e alguns spin-offs. A pergunta natural era como uma franquia de plataforma sem o prestígio de Mario se sairia num console já dominado por essa referência. A resposta veio com o tempo: Super Bonk foi o penúltimo jogo da série e o último lançado nos Estados Unidos, um indício claro de que não conseguiu se firmar. Não se trata de um jogo ruim, mas sim mediano. A impressão que fica é de uma equipe tentando esticar uma fórmula que já mostrava sinais de esgotamento, presa entre repetir o passado e arriscar novidades que raramente funcionam.

Quem conhece a trilogia original reconhecerá quase tudo aqui. O protagonista continua sendo o mesmo homem das cavernas cabeçudo, enfrentando fases variadas rumo a um confronto final com o Rei Drool. Power-ups modificam seu tamanho, forma e concedem invencibilidade temporária; corações e itens alimentares restauram a vida, que começa em três unidades e pode ser ampliada com corações azuis espalhados pelo cenário. Os inimigos também são familiares: criaturas de capacete, répteis rastejantes e monstros de boca grande capazes de engolir o personagem, forçando pequenas fases de fuga. Flores no cenário levam a desafios bônus que rendem comida e itens que funcionam como moedas, à maneira dos jogos de Mario.
A principal novidade fica por conta da ambientação: o Rei Drool envia o protagonista através do tempo, e apenas um mundo mantém o cenário pré-histórico típico da série, o restante se passa numa metrópole e em diversos ambientes espaciais. Em alguns momentos, essa mudança funciona bem: as fases urbanas trazem um ritmo diferente e servem como reintrodução aos controles, e uma breve fase espacial, ambientada sobre um mapa do sistema solar em movimento, oferece um respiro visualmente agradável, mesmo com pouco conteúdo prático.

O problema surge quando a baixa gravidade das fases espaciais passa a exigir mais precisão do jogador. Um bom controle é essencial num jogo de plataforma, e aqui ele falha justamente nesses trechos: o personagem flutua de forma imprecisa, dificultando alcançar pontos específicos e aumentando o risco de erros por falta de resposta adequada aos comandos, um tipo de desafio que soa mais frustrante do que divertido.
Alguns power-ups ganham funções extras, custeadas pelos itens coletáveis, e ocasionalmente se tornam obrigatórios para avançar. Um deles permite invocar a palavra "RAGE" (raiva), que se desloca como um tapete voador de letras e diminui a cada contato com paredes ou inimigos, sendo usado para alcançar plataformas normalmente inacessíveis, sinalizado por placas espalhadas pelas fases. Outro concede intangibilidade temporária, necessária para atravessar um piso perigoso numa fase mais avançada, sendo um mecanismo pouco intuitivo, que exige recorrer a fontes externas para ser compreendido.
As lutas contra chefes representam o ponto mais fraco do jogo. Quase todas dependem de artifícios irritantes ou de janelas de oportunidade muito específicas: um chefe reduz a vida máxima do jogador com ataques de leque até que novos corações azuis sejam encontrados; outro solta inimigos menores que servem de trampolim para alcançá-lo enquanto flutua no alto; e o confronto final contra Drool se arrasta, já que apenas uma parte específica da máquina pode ser atingida, e somente durante raros momentos de imobilidade.
Uma franquia não precisa repetir a mesma fórmula indefinidamente, mas as que se mantêm relevantes ao longo de gerações costumam evoluir de forma consistente, o que não é o caso aqui. Fases com gravidade reduzida e controles imprecisos não representam avanço, assim como power-ups usados com pouca frequência a ponto de parecerem dispensáveis, ou chefes mal projetados. No fim, Super Bonk é um jogo correto dentro da série, ainda que pouco original, mas acaba sendo o tipo de experiência que reforça a sensação de que revisitar o primeiro Bonk's Adventure seria mais gratificante do que percorrer esta sequência.


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Admin On sábado, 15 de agosto de 2026 0 Comments

Gênero: Esporte
Ano: 2026
Hacked: Equipe Falcon Brasil
Editor: Pedro Ribeiro
A segunda edição da Coletânea Jules Rimet transporta o jogador para a Copa do Mundo de 1934, realizada na Itália. Diferentemente da primeira edição, o torneio contou com 16 seleções e foi disputado inteiramente no sistema de mata-mata. A Itália conquistou seu primeiro título mundial ao derrotar a Tchecoslováquia por 2 a 1 na prorrogação.

A jogo procura reproduzir o futebol europeu da década de 1930, com uma apresentação inspirada nos cartazes, fotografias e materiais esportivos daquele período. A imagem de abertura da Coletânea Jules Rimet visa apresentar a Copa de 1934 como um grande evento internacional, utilizando uma estética clássica.
Entre as seleções participantes estavam Itália, Tchecoslováquia, Alemanha, Áustria, Hungria, Suíça, Espanha, França, Suécia, Romênia, Países Baixos, Bélgica, Estados Unidos, Argentina, Brasil e Egito. A presença do Egito também torna esta edição especial, sendo a primeira participação de uma seleção africana na história da Copa.

O jogo também inclui seleções importantes que não disputaram a Copa de 34, como Inglaterra, Uruguai e outras equipes que ficaram de fora por razões esportivas, políticas ou por não participarem das eliminatórias. O caso do Uruguai é particularmente importante: o campeão de 1930 decidiu não participar da edição italiana, tornando-se o único campeão que não defendeu seu título na Copa seguinte.
Os jogadores representam o futebol daquela geração, com destaque para Giuseppe Meazza, Raimundo Orsi, Luis Monti, Matthias Sindelar, Oldřich Nejedlý e outros grandes nomes da época. Os uniformes seguem os modelos históricos, com camisas simples, gola e materiais compatíveis com os anos 1930.

Assim como em 1930, nenhuma camisa deve possuir numeração, mantendo a representação histórica da época anterior à introdução dos números nas Copas até 1950.

No modo Copa, a Taça Jules Rimet aparece novamente como o grande prêmio do torneio, substituindo o troféu International Cup. A experiência completa a atmosfera com bandeiras históricas, uniformes de época, jogadores clássicos, estádios e uma identidade visual inspirada na Itália de 1934.
A Copa de 1934 representa uma nova fase da história mundial: a competição deixa o continente americano e chega à Europa, consolidando a Copa do Mundo como o principal torneio internacional de futebol.

Seleções participantes: Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Bulgária, Chile, China (República), Dinamarca, Egito, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Itália, Japão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Romênia, Suécia, Suíça, Tchecoslováquia, Uruguai, Iugoslávia.

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Admin On sexta-feira, 14 de agosto de 2026 0 Comments

Gênero: Esporte
Ano: 2026
Hacked: Equipe Falcon Brasil
Editor: Pedro Ribeiro
A primeira edição da Coletânea Jules Rimet leva o jogador de volta a 1930, quando o futebol mundial viveu o nascimento da maior competição entre seleções. Realizada no Uruguai, a primeira Copa do Mundo reuniu 13 seleções: Uruguai, Argentina, Brasil, Chile, Paraguai, Peru, Bolívia, México, Estados Unidos, França, Bélgica, Romênia e Iugoslávia. O Uruguai terminou como campeão, derrotando a Argentina por 4 a 2 na histórica final do Estádio Centenário.

Nesta edição, toda a apresentação visa buscar a atmosfera do futebol dos anos 1930. A imagem de introdução da Coletânea Jules Rimet apresenta a competição com estética envelhecida, remetendo a fotografias, jornais e cartazes esportivos da época.
As seleções participantes aparecem com seus uniformes historicamente adaptados, escudos e bandeiras correspondentes ao período. Outras seleções que não participaram da competição foram incluídas, como Inglaterra, Alemanha, Itália, Espanha e Áustria, representando países importantes do futebol internacional que ficaram fora daquela primeira edição por diferentes motivos.

O jogo conta com grandes craques da época. Nomes como José Nasazzi, Héctor Scarone, José Leandro Andrade, Pedro Cea, Guillermo Stábile, Luis Monti e o outros ajudam a transformar o jogo numa verdadeira viagem ao futebol de 1930.
As camisas seguem o estilo da época, com cortes simples e aparência clássica e sem números, pois a numeração em Copas do Mundo somente apareceu em 1950.

No modo Copa, o tradicional troféu International Cup é substituído pela Taça Jules Rimet, apresentada em seu formato histórico. A taça original, criada pelo escultor Abel Lafleur, representava a deusa grega Nice e foi levada ao Uruguai para a primeira Copa do Mundo.
A edição de 1930 representa o ponto de partida da Coletânea Jules Rimet: o nascimento da Copa do Mundo e o começo de uma história que mudaria para sempre o futebol.

Seleções participantes: África Do Sul, Alemanha, Argentina, Bélgica, Bolívia, Brasil, Chile, Dinamarca, Egito, E.U.A, Espanha, França, Holanda, Hungria, Índia Orientais - NED, Inglaterra, Irlanda, Itália, Iugoslávia, Japão, México, Paraguai, Peru, Portugal, Romênia, Uni. Soviética, Uruguai.

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Admin On quarta-feira, 5 de agosto de 2026 7 Comments

Front Mission: Gun Hazard, graças ao Dindo e ao aGuGu, ganha uma tradução, agora o jogo está totalmente traduzido em português do Brasil.

Front Mission Series: Gun Hazard é um jogo de Role Playing-Shooter desenvolvido pela Omiya Soft e publicada pela Square, foi lançado no Japão em 23 de Fevereiro de 1996 para o Super Nintendo.

Créditos da tradução
Equipe de tradução
Dindo: Tradução, Revisão.
aGuGu: Romhacking.

Estado da Tradução
Tradução: 100%
Revisão: 100%
Versão: 1.00 (02/08/2026)


Download (jogo traduzido em PT-BR): Clique Aqui

Admin On 2 Comments

Lufia II - Rise of the Sinistrals, graças ao Dindo, ganha uma tradução, agora o jogo está totalmente traduzido em português do Brasil.

Lançado em 1995, o jogo é uma prequela de Lufia & the Fortress of Doom. Ele acompanha a história do ancestral do primeiro protagonista, Maxim, e explica as origens da guerra entre a humanidade e um grupo de deuses chamados Sinistrals. Lufia II trouxe diversas mudanças em relação ao primeiro jogo. As dungeons não possuem mais encontros aleatórios e há centenas de quebra-cabeças ao longo do jogo, variando de simples a extremamente desafiadores..

Créditos da tradução

Equipe de tradução
Tradução: Dindo
Romhacking: aGuGu
Revisão: Kotora

Estado da Tradução
Tradução:100%
Acentos: 100%
Hacking: 100%
Revisão: 100%
Testes: 100%
Versão: 1.1 (16/08/2026)




Download (jogo traduzido em PT-BR): Clique Aqui ou Aqui